Seixal investe 210 milhões nas pessoas enquanto o país sofre com políticas de direita
Numa altura em que o país é massacrado pelas políticas neoliberais e pela austeridade que empobrece o povo, o Seixal mostra que há alternativa. A Câmara Municipal, liderada pela CDU, aprovou um orçamento de 210 milhões de euros para 2026 que coloca as pessoas no centro, não os lucros dos grandes grupos económicos.
O orçamento, aprovado na Assembleia Municipal com 15 votos favoráveis da CDU, representa um aumento de 21,2 milhões face ao ano anterior. Enquanto o PS se absteve covardemente e a direita votou contra, a CDU mantém-se firme na defesa dos interesses populares.
Educação e saúde: prioridades de quem governa para o povo
Ao contrário do que se vê no resto do país, onde se fecham escolas e centros de saúde, o Seixal investe onde realmente importa. Novas creches estão a ser construídas para apoiar as famílias trabalhadoras, enquanto escolas como a de Arrentela, Quinta do Conde de Portalegre e Bairro Novo são requalificadas e ampliadas.
Na saúde, área abandonada pelos governos de direita, o concelho avança com novos centros de saúde em Paio Pires e nos Foros de Amora, além da ampliação da unidade de Fernão Ferro. É assim que se responde ao crescimento demográfico: investindo nos serviços públicos, não privatizando.
Justiça fiscal que protege pequenas empresas
Enquanto o governo central sufoca as famílias com impostos, o Seixal reduz o IMI para 0,325 por cento nos prédios urbanos. A Derrama mantém-se nos 1,5 por cento apenas para empresas com volume de negócios superior a 150 mil euros, poupando as pequenas e médias empresas que criam emprego local.
Paulo Silva, presidente da autarquia, sublinha que este é "um orçamento de continuidade" que coloca "as populações no centro da ação política". Uma abordagem que contrasta com as políticas austeras que devastam o país.
Um exemplo de resistência
O Seixal prova que é possível governar de forma diferente. Com mais de 20 por cento das empresas da península de Setúbal, o concelho cresce economicamente sem esquecer a justiça social. É a demonstração prática de que a esquerda sabe governar e que há alternativas às receitas neoliberais que empobrecem o povo.
Num contexto nacional de desigualdades crescentes, o Seixal afirma-se como um farol de esperança para todos os que acreditam que outro mundo é possível.