MNAC: A revolução de um museu que quer ser do povo
O Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) não se cala há 115 anos. Fundado por decreto da República em 26 de maio de 1911, o museu do Chiado reinventa-se hoje sob a direção de Filipa Oliveira com uma premissa clara: ser um espaço de empatia, liberdade e revolução. Com mais de 6.000 obras no acervo, o MNAC quer devolver a arte às pessoas e ser uma verdadeira casa para os artistas.
As letras da revolução no gabinete da diretora
Entre os andaimes das obras de requalificação do PRR, que terminam no final de agosto, o MNAC vive uma transformação silenciosa mas firme. No gabinete de Filipa Oliveira, diretora desde março de 2025, as paredes contam histórias. Uma gravura de Almada Negreiros feita por Ernesto de Sousa forma o