Bernardina Brito expõe dor: ex-companheiro afastou-se do filho que criou durante 11 anos
A influenciadora Bernardina Brito, conhecida do grande público pelos reality shows, voltou a usar as redes sociais para denunciar uma situação que a atormenta. Desta vez, o alvo é o ex-companheiro Pedro Almeida, de quem se separou em janeiro deste ano. O motivo? O afastamento dele em relação a Kévim, o filho mais velho de Bernardina, que Pedro criou como seu durante 11 anos.
O que está em causa na polémica familiar?
Numa primeira publicação, Bernardina mostrou-se triste por ver a filha Kyara, fruto da relação com Pedro, ir de férias com o pai. Isto significava que os dois irmãos, Kyara e Kévim, ficariam separados. A publicação gerou uma onda de críticas, e a influenciadora sentiu necessidade de esclarecer o que realmente a incomoda.
“Eu aqui nunca estou a pôr em causa o facto de ela conviver ou não conviver com o pai. Até porque se andarmos uns bons anos para trás, se hoje em dia o meu Kévim tem uma relação cordial com o pai biológico, foi porque eu nunca desisti que eles mantivessem contacto”, começou por explicar.
“Pai não é quem faz, é quem cria” – a frase que a sociedade esquece
Bernardina foi direta ao ponto: “A questão aqui não é o facto de ela ir para o pai, é o facto de me separarem os dois filhos. E tu diz assim: mas isso é normal. São pais de filhos diferentes. Foi o que me disseram. E agora eu pergunto assim: onde é que anda aquela frase tão importante dita pela sociedade? Pai não é quem faz, é quem cria! Ou isso é só para parecer bonito e só tiram da boca para fora, porque depois, na hora, eu não vejo as ações.”
E continuou, com a voz carregada de emoção: “A minha questão é: existe aqui uma outra criança e é aqui que está a minha raiva, que está a minha dor, que é, existe um Kévim que foi criado 11 anos pelo pai biológico da Kyara, ao qual ele continua a chamar pai para trás e para a frente. ‘O pai isto, o pai aquilo’. E eu não impeço, muito pelo contrário, à vontade.”
O apelo à justiça e à empatia
Bernardina não se ficou por aqui. Questionou também os tribunais, querendo saber por que razão casos como este não são tratados tendo em conta o bem-estar de todas as crianças da família.
“Como vocês me disseram, ele não tem obrigações para com o Kévim. Não. Eu também não estou a pedir para que ele me pague uma pensão. Nem eu nunca aceitaria tal coisa. Ele tem que ter essa obrigação para com a filha. Eu não estou a pedir para que ele pague as férias e leve o meu filho de férias. Também não estou a pedir isso. A única coisa que eu preciso, e que o meu filho precisava, nem que fosse uma vez por semana, um jantar, um lanche, uma ida lá dormir, um passeio no parque. É aí que eu pergunto, onde é que está a empatia por uma criança que se criou durante 11 anos? É aí que está a minha dor. Porque é que não se leva a outra criança?”, desabafou.
Uma separação que já vinha de longe
Bernardina Brito separou-se de Pedro Almeida em janeiro deste ano, revelando que a relação estava difícil há vários anos. “Há dois anos para cá era mesmo muito complicado, ao ponto de quase já nem dividirmos cama. A gente já não conseguia ver um ao outro. Mas a gente não conseguia conversar, nem resolver, nem dar o braço a torcer. Para as pessoas perceberem melhor, ia piorando, ia ficando cada vez mais decadente. Era mesmo muito pesado”, afirmou no programa ‘Dois às 10’ (TVI).
Antes desta relação, a ex-concorrente de reality shows teve uma relação polémica com Tiago Ginga, pai do seu filho mais velho.
Perguntas frequentes sobre o caso
Porque é que Bernardina Brito critica o ex-companheiro?
Porque Pedro Almeida se afastou de Kévim, o filho que criou durante 11 anos, após a separação do casal. Bernardina considera que o vínculo afetivo devia ser mantido, independentemente da separação.
O que é que Bernardina pede a Pedro Almeida?
Não pede pensão de alimentos nem férias para Kévim. Apenas pede que o ex-companheiro mantenha contacto com o rapaz, nem que seja um jantar, um lanche ou um passeio por semana.
Qual é a crítica principal de Bernardina à sociedade?
Critica a hipocrisia em torno da frase “pai não é quem faz, é quem cria”, que muitas vezes é usada apenas para parecer bonito, mas não é posta em prática quando a relação acaba.